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sábado, 5 de outubro de 2013

Eu o Espero

Resenha: Percy Jackson e os Olimpianos - Livro 3 (A Maldição do Titã), de Rick Riordan

Não recomendo que você leia esta resenha antes de findar a leitura dos livros anteriores.
"Eu sei que você fará o melhor por ela. Ela faria o mesmo por você."

Parece que, finalmente, as coisas estão ficando um pouquinho mais sombrias! Gosto quando as coisas ficam um pouco mais sombrias porque isso torna tudo muito divertido, e depois de ler dois livros de Nicholas Sparks seguidamente, isso foi um alívio para meu coração adorador de aventuras.

A Maldição do Titã é o terceiro livro de Percy Jackson e os Olimpianos. Depois que Thalia despertou e o Oráculo realizou uma misteriosa previsão sobre uma estranha criatura que pode levar o Olimpo a seu final enquanto a única deusa que poderia encontrá-lo desapareceu misteriosamente, duas Caçadoras, uma semi-deusa e um sátiro saem para mais uma missão. Ninguém contava com o sumiço de Annabeth, e Percy tem pesadelos curiosos sobre a mesma. Não tentando controlar seu coração, parte atrás dos colegas, expondo-se mais uma vez.

Os personagens dos quais mais gostei nesta parte da série foram as Caçadoras de Ártemis! Preciso confessar que estou extremamente ansiosa sobre como elas ficarão na adaptação para o cinema, mas sei como elas se parecem em minha mente. Adoro o fato de que todas sejam meninas aparentemente frágeis e pequenas demais para lutar, mas o fazem mesmo assim. Também adorei Ártemis - se tornou uma de minhas deusas favoritas dentro da saga - e gostei muitíssimo das aparições de Atena. Pude ver como me identifico com ela, e acho que não estou mais em dúvida sobre em qual dos chalés me hospedaria.

O que mais gostei no livro foi, exatamente, o fato de que tudo está ficando mais complicado. Sei que Percy ainda é novo demais, então estou extremamente curiosa sobre os próximos livros (mas preciso me controlar, pois também quero ler Divergente), acho que eles guardam surpresas maravilhosas!
O que menos gostei foi do modo como ele foi escrito. Sei que isso se deve a vários fatores: ler algo de Philip Pullman (que por sua vez é a junção de meus dois escritores favoritos), não ter visto a tradução totalmente original, optando pela mais fiel, ter visto livros um pouquinho mais adultos... Preciso dizer que isso não aconteceu com nenhum dos outros livros, mas que, de início, me pareceu muito com uma fanfic. Não sei o motivo, mas isso não foi algo que atrapalhou meu desempenho.

Gostaria muito de falar com alguém que leu a tradução original, então se quiserem deixar algo no box de comentários será perfeito. Apesar de meu favorito continuar sendo O Ladrão de Raios, foi novamente uma leitura muito rápida e dinâmica. Adoro o joguinhos que Rick faz entre a antiguidade e a modernidade, e sei que isso pode entreter jovens e adultos. Recomendo a série até aqui, e pretendo continuar lendo.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Docinho, Você Já Está Pronta?

Resenha: Percy Jackson e os Olimpianos - Livro 2 (O Mar De Monstros), de Rick Riordan

"E eu amparava uma pessoa destinada a ser minha melhor amiga ou, possivelmente minha pior inimiga."

Não recomendo que você leia esta resenha antes de findar a leitura do primeiro livro. 
Depois de ter me encantado com O Ladrão De Raios decidi dar continuidade à série Percy Jackson e os Olimpianos (mesmo com o inconveniente das comparações frequentes a Harry Potter). Já havia me esquecido completamente de como o livro prende nossa atenção, e acabei lendo-o na semana de provas. Aqui vai uma recomendação sobre ele: não faça como eu se não quiser ter olheiras gigantescas no dia seguinte, e nem, muito menos, se você tiver uma prova de matemática.

O Mar De Monstros conta sobre mais uma das aventuras de Percy e seus amigos. Desta vez buscando por um artefato mágico chamado Velocino De Ouro a fim de salvar o Acampamento Meio-Sangue, que está em um estado extremamente frágil depois da árvore de Thalia ter sido envenenada por alguém misterioso. O único inconveniente encontrado pelo garoto é que o Velocino se encontra em uma ilha em meio ao Mar De Monstros (mais conhecido por nós, humanos, como Triângulo Das Bermudas), onde vive um terrível Ciclope. Como se isso não bastasse, Percy ainda descobre que seu melhor amigo (e sátiro) Grover, corre risco de vida nas mãos da pavorosa criatura.
Annabeth ainda ocupa seu lugarzinho especial no meu coração - não como a Hermione, mas como uma menina inteligente e um pouquinho precoce. O que tenho para contar sobre personagens é que simplesmente adorei conhecer Tyson. Ele é um amor, e senti tanta pena dele no início do livro... Acho que nós dois nos daríamos muito bem, levando em consideração que eu também adoro pôneis!

Como no primeiro livro, os títulos dos capítulos são extremamente criativos (alguns deles também são engraçados) e a maneira com que ele foi escrito é incrível/maravilhosa/fantástica/mágica! Acho tudo isso porque, mesmo durante as batalhas, quando seus olhos estão quase transbordando e você está mordendo seus lábios, ele continua sendo engraçado, divertido e instrutivo. É maravilhoso tanto para crianças quanto para adultos e isso é o que mais me encanta em certos livros (eles não precisam de palavrões, obscenidades ou bebidas para parecerem atrativos, apenas são!).
Minhas partes favoritas são aqueles diálogos entre Grover e Polifermo! "Mas já se passaram duas semanas?" "Não! Apenas cinco dias, ainda faltam doze!"

Estava ansiosa para a pré-estréia do filme (que acontecerá no dia 13 de agosto), mas optei por assistir The Bling Ring, então só o que tenho para dizer sobre ele por enquanto é que, como na primeira adaptação, os personagens não parecem nadica de nada com os do livro, ou com o que imaginei deles. Principalmente Tyson (que cabelo forçado é aquele, e por que o olho parece estar boiando bem no meio de sua testa?). O único personagem que se parece com o que pensei é Dionísio, que será interpretado por Stanley Tucci.
Pude ver os pôneis aquáticos também, em um teaser, e eles são mais lindos do que pude imaginar! De longe este foi meu momento favorito (mas prometo postar uma notinha assim que assistir o filme de verdade). 

Levando em conta que as apresentações já foram feitas e a estória começou a se desenvolver verdadeiramente, achei que valeu muito à pena ter continuado a leitura e estou muitíssimo ansiosa para a continuação! Como já disse, é uma série para qualquer idade e gênero literário favorito, pois apesar de envolver a mitologia Grega a obra também aborda diversos outros assuntos, te prendendo até o fim.
PS:. novamente, não se esqueçam de passar longe dele na semana de provas.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Half Bloods

Resenha: Percy Jackson e os Olimpianos - Livro 1 (O Ladrão De Raios), de Rick Riordan

"Você baba enquanto dorme..."

Como sempre, expectativas baixas demais para algo tão incrível. Encontrei o primeiro livro em uma banca no shopping, e pretendo adquirir o box assim que possível. Muitos tratam Percy Jackson como o próximo Harry Potter (não é o que eu acho, embora seja quase tão bom quanto!). 

A série Percy Jackson e os Olimpianos foi escrita por um professor de História. Eu imagino, a todo o instante, como seria legal ter um professor que escreve algo maravilhoso como isto (não que meu professor de História não seja legal, é só que ele não escreve livros...). A mitologia grega é tratada de uma forma muito criativa por Rick, assim como seus personagens.
Percy Jackson é um garoto de 12 anos de idade, com problemas que envolvem a dislexia e o anti-socialismo. Quando Percy descobre que é filho de Poseidon (o deus do mar, de acordo com a mitologia grega), tudo passa a fazer sentido. A estória trata filhos que deuses tiveram com humanos como Meio-Sangues, e estas crianças são, obviamente, diferentes das demais. Em certo momento, Percy passa a viver no Acampamento Meio Sangue, onde passa a receber treinamentos com espadas e escudos. Junto com Annabeth Chase (filha de Atena) e seu sátiro Grover, o menino sai do Acampamento em busca do raio perdido de Zeus, que encontra-se, provavelmente,  no Mundo Inferior.
Annabeth é minha personagem favorita, já que eu possivelmente seria filha de Atena como uma semi-deusa. Annabeth lembrou-me Hermione Granger (Harry Potter) no quesito personalidade, como aquelas meninas que tentam parecer duronas - as minhas favoritas.

Sobre o filme, eu o havia visto antes do livro, e achei isso não interferiu realmente em algum ponto que não fosse o fim da estória. A adaptação cinematográfica parece muito legal e de fácil entendimento, mas creio que os fãs não gostaram nada dela, já que os atores passam longe dos 12 e o enredo foi grotescamente modificado. Ambos parecem muito legais para mim, se vistos separadamente.

O fim do primeiro livro foi um dos poucos que deixou-me enraivecida, aliviada e surpresa ao mesmo tempo. Nada previsível.
Como Harry Potter (não querendo envolver as sagas diretamente, é só que o próprio Rick faz comparações como estas de vez em quando!), penso que a estória se torna um pouco mais obscura com o passar dos anos. Há boatos de que romances estarão no ar nos próximos livros (estou muitíssimo ansiosa para isso!), e que certos deuses se parecerão um pouquinho mais com Hádes. Adultos podem ter esta facilidade para gostar da série, assim como Hércules, da Disney, principalmente se eles tiverem uma mente aberta.