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domingo, 5 de maio de 2013

Nunca Ria De Dragões Vivos

Top 3: J. R. R. Tolkien

"É que da bem-aventurança e da alegria na vida há pouco a ser dito enquanto duram; assim como as obras belas e maravilhosas, enquanto perduram para que os olhos as contemplem, são registros de si mesmas; e somente quando correm perigo ou são destruídas é que se transformam em poesia."

Tolkien é um de meus escritores favoritos de todos os tempos, além de uma fonte de inspiração inesgotável. Isso porque, mesmo quando você pensar que sabe de tudo sobre ele, ainda há mais para ser explorado. O mesmo acontece com suas fantásticas obras - jamais incompletas, sempre um universo infinito. 
Seguem adiante meus livros preferidos, escritos pelo mestre, e meus devidos sentimentos sobre eles.

O Silmarillion: Tão brilhante como as próprias Silmarils (e se alguém te disser isso um dia, case-se com esta pessoa). Eu acho que o que me encanta no universo de Silmarillion é, assim como em todas as outras obras do mestre Tolkien, o universo e idiomas tão detalhados e brilhantes. Além disso, os trabalhos complementares que cercam o livro são gigantescos! 
É ótimo poder enxergar que, em meio a tantos escritores que buscavam (e continuam buscando) dinheiro, há alguém que escreve por nada além de prazer e contentamento pessoal. 

O Hobbit: Já pude mostrar, por meio de uma resenha, que O Hobbit é, para mim, uma das obras de fantasia mais incríveis já inventadas! Eu adoro os hobbits, adoro os elfos, e morro de medo do Sméagol (pobre Sméagol, não pediu para ser tão feiinho). 
Além disso, Gandalf é um de meus personagens favoritos do mundo, e sei que ele se sentiria magoado (dentro da minha cabeça) se não fosse citado por aqui.

O Retorno Do Rei: Supera todas as descrições. As palavras somem de minha boca só de pensar em dizer o quão incrível esta obra pode ser. O que me fez apaixonar pelo livro, é que ele mostra que a sabedoria, a união, a amizade e o respeito podem levar a uma glória épica e ao triunfo sem fim de seus seguidores. Tolkien se mostra ainda mais minucioso e detalhista, dando um final arrebatador para uma das trilogias mais incríveis já inventadas.

Ps:. achei que vocês deveriam gostar de saber que a casa de Tolkien é coberta por folhagens, o que a faz parecer muito com a toca de um Hobbit.
Ps:.. desculpem pelo excesso de palavras como fantástico, incrível e maravilhoso; isso é o que acontece quando se tenta falar de Tolkien!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Um Novo Mundo

Top 3: Meus Livros Favoritos - Fantasia

"Então eu olho para mim mesmo, para os dias em que eu era apenas uma criança. Venha me seguir até o País Das Maravilhas e veja o conto que nunca termina."

Admito, finalmente, ter evitado posts como estes com todas as minhas forças. Acabou que continuei lendo romances nacionais que não despertaram meu interesse de forma alguma e esta é minha única alternativa. 
Em primeiro lugar, devo dizer-lhes que faria um top 10 (ou até 20) se isso fosse possível - tudo para não deixar nenhum de meus queridos livrinhos de fora - mas não é viável para mim escrever algo tão extenso agora. Esta confusão envolve deveres de casa e rifas escolares (ew)... 
Em segundo lugar, eu sou uma pessoa razoavelmente indecisa, e esta é a razão pela qual sagas e trilogias estão presentes num post que deveria falar de livros únicos.

Harry Potter (J. K. Rowling): Eu acho que já falei muito sobre Harry Potter por aqui... Porém, penso que isso é o que acontece quando você cresce envolvido em algo tão inacreditável como isso. Sabem como é... É triste pensar que não há mais livros ou filmes a serem lançados, pois isso vem acontecido há alguns anos. 14 anos, para ser exata. 
Harry Potter explora um universo completamente novo com relação a tudo o que sabíamos sobe bruxos e bruxas, e magos, e corujas - e magia, em geral. 
Eu sei que deveria fazê-lo, mas é difícil explicar sobre como me sinto com relação a ele. E com relação às horas gastas de forma implacavelmente produtiva. Ou então com relação aos momentos vividos ali, no salão comunal da Grifinória, com Harry, Ron, Hermione...
E eu acho que é assim que eu me sinto com relação a Harry Potter. Algo grande demais para se expressar com palavras.
Nota: J. K. Rowling tem sido minha maior fonte de inspiração nos últimos dias (eu me sinto orgulhosa por ter alguém tão fantástico como fonte de coragem, persistência e credibilidade).

Coração De Tinta (Cornélia Funke): Já que há uma resenha que eu considero completa por aqui, simplesmente direi, novamente, como me sinto sobre tal. Vale lembrar que falo sobre o primeiro (e somente o primeiro) livro da trilogia Mundo De Tinta, escrita por Cornélia.
Tenho plena consciência de que, comparado a outros livros de gênero fantástico, este parece só mais um. Não há universos ou linguagens totalmente novas, nem tampouco animais falantes. O que há neste livro, para ser exata, é meu amor pela leitura.
Há em Florianópolis uma biblioteca chamada A Barca Dos Livros. Confesso ter sentido um apetite maior pela leitura pós-Crepúsculo (eu tinha 11 anos de idade, vejam bem) e foi a própria bibliotecária quem me indicou Coração De Tinta. Mas, quando eu estava pronta para levá-lo para casa, nós descobrimos que minha identidade foi esquecida. Isso foi trágico, já que eu voltaria para casa no dia seguinte e não teria outra chance de por minhas mãos nele.
Eis que em uma tarde, durante um passeio, avisto my precious na estante pacata de um supermercado. Glória! :D E foi assim que Coração De Tinta chegou às minhas mãozinhas. 
Este livro é responsável por boa parte de meu gosto literário - literatura infanto juvenil/fantasiosa. Isso porque há um pequeno parágrafo de livros distintos depois do título de cada capítulo. Como a pessoa curiosa que sou, fui em busca de todos os livros presentes nos seus quarenta e tantos capítulos (Mo - um dos protagonistas - também cita livros tão lindos... Todos eles estão na minha estante agora).

Alice No País Das Maravilhas (Lewis Carrol): Como no caso anterior, este livro também possui resenha, e serão esboçados apenas meus sentimentos sobre ele.
Alice No País Das Maravilhas tornou-se um de meus favoritos por uma questão de pura identificação. Admito, finalmente, que sou um pouquinho parecida com Alice. Isso porque, no meu mundo, animais e flores falariam, e eu poderia contar estórias para eles. E talvez eu tente fazer as coisas da maneira correta, mas acabe dizendo algo que não deveria e acabe com tudo. 
Há também a parte que não me deixa admitir erros - igualzinho à frase dita constantemente no livro "É um tanto difícil de entender".
Lewis é uma de minhas principais inspirações no quesito escrita, e isso também conta. Eu acho que ter uma mente aberta conta muito na hora da leitura desta obra, e eu me sinto feliz por ter conseguido encontrar o sentido de tudo a este ponto.